Direto ao Ponto: Deputado Majeski critica Governo do Estado e reforça candidatura ao Senado

Majeski com a boca no trombone

O deputado estadual Sergio Majeski (PSB), pré-candidato ao Senado, concedeu entrevista à TV Século diário nesta semana. A conversa com o jornalista Rogério Medeiros foi divulgada nesta quinta-feira (19). No bate-papo, Majeski falou sobre a relação com o Governo do Estado, com os deputados e sobre a candidatura dele à uma vaga ao Senado. “A minha oposição institucional, é bem fundamentada e tem sido muito difícil. É como se você nadasse contra a maré o tempo inteiro. (Durante o mandato) nós conseguimos mostrar quanta farsa existe.”


Casão com o presidente

Na tarde de hoje o ex-governador Renato Casagrande (PSB) se reuniu com o ex-ministro Joaquim Barbosa, do mesmo partido, para discutir a candidatura do magistrado aposentado à Presidência da República nas eleições 2018. O encontro aconteceu em Brasília. Além do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o Brasil conta hoje com 17 presidenciáveis. Em pesquisa recente divulgada pelo Datafolha, Barbosa aparece atrás de Lula, Bolsonaro e Marina. Sem Lula, Barbosa assume a terceira posição.


Aracruz com Federal

As movimentações políticas em Aracruz, Norte do Estado, indicam que a vereadora Dileuza Marins Del Caro (PSB), em seu primeiro mandato, estuda a possibilidade de colocar o nome à disposição do partido para se candidatar ao cargo de deputada federal. O cenário pode ser favorável já que a cidade não conta com nenhum parlamentar na bancada federal. Os deputados Manato (PSL) e Marcus Vicente (PP) são os mais atuantes no reduto.


Tâmo junto?!

A cartilha da velha política indica que se um prefeito e um parlamentar -seja vereador, deputado estadual ou federal- forem de grupos políticos diferentes, nunca, em hipótese alguma, um poderá ajudar o outro com emendas ou discursos de uniformidade. Está lá, escrito. Essa é a maior prova de que tem agente público mais preocupado com o próprio umbigo e capital eleitoral do que os anseios da cidade e do povo capixaba.


Tâmo junto?! II

A história da cartilha é uma brincadeira, mas a questão da parceria não existe. Tem político que não quer saber da cidade. Pensa, em primeiro plano, em saber se há possibilidade de beneficiamento dos adversários. Se houver, para obras importantes, serviços prioritários e começa políticas públicas do zero, com identidade nova. O povo que se lixe! Reflita: tem alguma obra executada por um prefeito ou governador que parou depois que ele perdeu e o outro não assumiu, não deu continuidade? Pois bem. Você foi mais uma vítima da síndrome do Eu sou o maioral.


Diga-me

Sempre tem aquele que aceita R$ 100 no voto. Uns até dividem em duas vezes.