Mito é uma fantasia que nunca vai acontecer, por Matheus Thiago

O Presidenciável Jair Messias Bolsonaro que ora é referido como Messias, outra como Naro, outrora como apenas Bolsonaro, mas nenhum desses codinomes chega tão próximo da real personalidade do candidato do PSL quando o tal é referido como mito.

Mito segundo o dicionário é uma fantasia que não vai acontecer, pois bem, Jair Messias Bolsonaro de longe não passa de um mito, mesmo que este leve a cadeira de chefe de executivo no próximo dia 28, Bolsonaro é um mito por ser um tremendo de farsante, nada honesto ao lavar R$ 200 mil da até então conceituada JBS, nada patriota ao prestar continência a bandeira americana e nada com DEUS no coração ao defender a tortura, forma do qual morreste o filho do seu criador.

Outro fator que culmina para o jeito Bolsonaro Mito de ser é o fator do candidato recursa-se a frequentar debates por suas "questões de saúde" e no mesmo dia fazer ato público em plena Barra da Tijuca.

Agora no segundo turno com discurso menos radical, contrariando questões de privatizar estatais e esbanjando simpatia para com o Nordestino (ou ao menos tentando), Jair Messias Bolsonaro merece com todo mérito o Oscar de Melhor Ator do ano, ou até quem sabe do século.

Tremenda de uma farsa é o presidenciável do PSL, uma fraude econômica, ética e moral. É como aponta o seu relatório quando teve uma irrisória vida ativa militar, comportamento agressivo e desequilibrado.

Bolsonaro até eleito pode ser, mas presidente de fato jamais será, uma espécie de “Vampirão” parte 2 é capaz de em Brasília se instaurar.

Matheus Thiago é Jornalista (MTB 3862/ES) e Técnico em Multimídia